Paróquia Santo Anatácio
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MINISTÉRIO DA ACOLHIDA

22 - Fevereiro
Acolher para Crescer

Hoje se fala muito em acolhida e o tema ganhou destaque na Igreja católica, graças a Deus. Vemos, cada vez mais, pessoas nas portas da igreja, com algum sinal distintivo, dando boas vindas aos irmãos que chegam – eis o Ministério da Acolhida – cujo objetivo é receber fraternalmente, como compete aos cristãos, os que vêm à igreja ao encontro de JESUS. Mas é preciso dizer que, infelizmente, nem todo mundo se sente a vontade com esta nova prática.
Fato é que o Ministério da Acolhida não se limita à recepção nas portas da igreja. Acolher precisa ser uma atitude constante em todos os setores da vida comunitária. Vale dizer, o Ministério da Acolhida quer instaurar uma nova mentalidade entre os católicos, reagindo à mentalidade da indiferença, do anonimato, tão presentes na sociedade em que vivemos.
Entre os seres humanos há muitas maneiras de acolher. Por exemplo, o filho ou a filha antes de nascer já ocupa um lugar na vida do pai e da mãe. Junto com o berçinho, os pais vão preparando espaço para eles no coração. Marido e mulher precisam se acolher todos os dias, neste acolhimento mútuo se traduz o amor conjugal e o amor paternal.
É importante acolher cada pessoa na sua individualidade e lembrar que cada um traz consigo esperanças e desânimos misturados. Na igreja entra gente sorrindo para agradecer, gente indiferente para cumprir um preceito religioso, gente chorando para pedir, gente angustiada com uma situação negativa que não se resolve. Ora, quando o ministro da acolhida estende a mão e diz: “Bem vindo”; “O Senhor seja contigo”; “Deus te abençoe e te proteja”; ele quebrou a indiferença e falou ao íntimo de quem cumprimentou. Sempre nos sentimos bem ao ser acolhido, por outro lado, sempre nos sentimos mal com o descaso, com a indiferença, com o individualismo.
O acolhimento deve estar presente em todos os espaços da vida comunitária. Não existe catequese de crianças, jovens e adultos sem acolhimento aos que chegam, lembrando que JESUS é o mestre da acolhida. Tanto é verdade que JESUS mesmo disse: “Aqueles que o Pai me deu, eu não os lançarei fora, mas os ressuscitarei no último dia.” Todo aquele que deixa sua casa em direção a igreja, decidiu fazer isso, mas também aceitou a convocação de Deus para estar ali. E Deus é o que se espera encontrar numa igreja. São João escreveu na sua primeira carta: “Deus é amor e quem ama permanece em Deus.” Acolher é um gesto fraterno e amoroso.
Hoje, mais do que nunca, precisamos de acolhimento mútuo, para fazer frente às discriminações, à cultura do desprezo e da “panelinha”, do “cada um para si”. Há todo um empenho sério no encontro das religiões e na busca comum da verdade. O cristão que busca viver na medida do Coração de Jesus não se fecha ao diálogo que constrói e faz crescer.
Amigos, de tudo o que dissemos fica claro como é amplo o tema da acolhida na vida comunitária da Igreja. Vale dizer, organizar o Ministério da Acolhida é bem mais do que escalar pessoas para receber gentilmente os que vêm participar de nossas celebrações. O Ministério da Acolhida responde a um anseio do Coração de Jesus que, inclusive, é o lema da CF/18:
“Vós sois todos irmãos” (Mt 23,3).

Paróquia Santo Anastácio – Fevereiro/2018

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